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Luiz Komoda




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Presidente Prudente

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Curiosidades: 

Eleitores adventistas

Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher cons­cientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princí­pios adventistas . Entre os princí­pios mais importantes estão: (1) liber­dade religiosa, (2) separação entre Igreja e Estado, (3) observância do sá­bado, (4) conduta moral, (5) temperança cristã, (6) apoio ao sistema educacio­nal privado mantido pela Igreja, e a (6) tentativa de melhorar a qualidade de vida das classes moral e econo­micamente desfavorecidas. A posi­ção da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre algumas dessas questões é enunciada no livro Declarações da Igreja (Tatuí, SP: CPB, 2003). 

Ellen White adverte contra votar em candidatos sem compromisso com a liberdade religiosa: "Não po­demos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabe­mos em quem votamos. Não pode­mos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua in­fluência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medi­das opressivas para levar ou com­pelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um falso sábado, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os ho­mens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos ofi­ciais; pois assim fazendo, são parti­cipantes nos pecados que eles co­metem enquanto investidos desses cargos:' - Fundamentos da Educa­ção Cristã, pág. 475. 

Um dos maiores problemas na escolha de candidatos é a teoria de que "os fins justificam os meios": Se determinado candidato, mesmo sem compromisso com os princí­pios acima mencionados, promete beneficiar financeira ou politica­mente a Igreja, alguns líderes jul­gam pertinente apoiar tal candida­to em troca desses favores. Mas esse tipo de barganha política ja­mais deveria ser tolerado nos meios adventistas. Acima de quais­quer benefícios coletivos ou indivi­duais, deve estar o compromisso com os princípios adventistas. 

Outro aspecto de especial inte­resse para os eleitores adventistas é a votação ou não em candidatos adventistas. Alguns crêem equi­vocadamente que, votando em candidatos adventistas, estariam ao mesmo tempo promovendo a liberdade religiosa e postergando os eventos finais. Mas é dever de todo o cristão-adventista exercer sua influência em favor da liberda­de religiosa (Mensagens Escolhi­das, vol. 2, pág. 375; Testemunhos para Ministros, págs. 200-203), contribuir positivamente para a fi­nalização da pregação do evange­lho (Mat. 24:14; 28:18-20), e dei­xar os eventos finais por conta de Deus (Atos 1:6-8). 

Como membros do corpo de Cristo (I Cor. 12:12-31), deveríamos acabar com a falsa teoria de que "adventista não deve votar em adventista": Essa teoria só é aplicá­vel a candidatos que não vivem uma vida condizente com os prin­cípios adventistas ou cuja candida­tura visa apenas a obter benefícios pessoais, sem uma proposta políti­ca adequada. Mas, por outro lado, se os candidatos adventistas são os que mais próximo se encontram dos princípios que sustentamos e se eles possuem boa proposta polí­tica, então, não existe qualquer jus­tificativa plausível para se descar­tar tais candidatos simplesmente por serem adventistas. 

Deveria ser considerada tam­bém a questão das eleições no sá­bado em países onde a votação é obrigatória. Este assunto foi trata­do por Mário Veloso em seu artigo "Os adventistas e a eleição no sába­do"; Revista Adventista (Brasil), ju­lho de 1986, págs. 19-20. Embora a Igreja Adventista do Sétimo Dia não discipline os membros que, por iniciativa pessoal, votem du­rante as horas do sábado, a reco­mendação é que isso seja evitado. O referido artigo foi escrito como um apelo aos políticos brasileiros para que houvesse um "prolonga­mento das horas para o exercício do voto, de tal maneira que os ad­ventistas possam votar depois do pór-do-sol do sábado": A declara­ção de que Ellen White votaria até mesmo "no sábado" diz respeito à causa da temperança, ou seja, à lei seca de proibição da venda de bebi­das alcoólicas, em Des Moines, Iowa, em 1881 (ver Arthur L. Whi­te, Ellen G. White, vol. 3, págs. 158-­161). Mas essa declaração não pro­vê qualquer endosso a votação po­lítica em dia de sábado. 

Conclusão 

A Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre manteve uma posição oficial apolítica de não se posicionar a favor ou contra qualquer regime ou partido políti­co. Essa posição é mantida em to­dos os níveis organizacionais e ins­titucionais da denominação, inclu­sive em suas congregações locais. Os obreiros assalariados pela de­nominação devem manter a mes­ma postura. Conseqüentemente, nenhum púlpito adventista e ne­nhuma reunião promovida oficial­mente pela denominação jamais deveria desfraldar qualquer ban­deira política. Ele é um lugar onde o evangelho eterno deve ser pro­clamado com o propósito de con­duzir à salvação em Cristo pessoas de todas as etnias e de todos os partidos políticos, sem preferên­cias e discriminações. 

Por contraste, a Igreja faculta aos seus membros o direito indivi­dual de exercer sua cidadania, in­clusive a de se candidatar a cargos políticos e de exercê-los dignamen­te. Tanto no processo eleitoral como no exercício da função, espe­ra-se que cada adventista engajado em tais atividades mantenha uma postura digna de verdadeiro cris­tão adventista. Todos os políticos adventistas deveriam considerar a José e Daniel como seus modelos políticos. Deveriam sentir ser seu dever zelar pessoal e publicamente pela liberdade religiosa e pelos princípios cristãos em um mundo carente dos valores absolutos da verdadeira religião bíblica. 

Todos os membros da igreja de­veriam votar conscientemente nos candidatos que melhor refletem os ideais adventistas. A escolha dos candidatos não deveria ser tanto por partido político, mas pela ideologia e os valores pessoais de cada um. Candidatos adventistas não deveriam ser discriminados simplesmente por serem adventis­tas, exceto se não demonstram uma conduta digna ou não pos­suam um plano de governo ade­quado. O voto de cada adventista deveria ser um testemunho autên­tico a favor da liberdade religiosa que facilite o cumprimento da missão adventista nestes dias finais da história humana. 

Pr. Alberto Ronald Timm, Ph.D, é professor de Teologia Histórica do Unasp Campus Engenheiro Coelho e diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White. Fonte: Evidências Proféticas
e outro site

1) Respostas para Perguntas DIFÍCEIS
A) Na revista Diálogo Universitário

Diálogo Universitário é uma revista internacional de fé, pensamento e ação, publicada pela Comissão do Ministério Adventista para Estudantes Colegiais e Universitários (AMiCUS), em cooperação com as 13 divisões mundiais da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

São artigos de ALTO NÍVEL CIENTÍFICO disponível em 4 idiomas, basta escolher e ler, por exemplo:
Landless, Peter N. (2004). Vinho para conservar minha saúde? Dialogue, 16(2), 24, 27.

Melgosa, Julian e Annette. (2007). Casar ou viver juntos? Dialogue, 19(1), 34.

Mueller, Ekkehardt. (2006). O inferno existe? Dialogue, 18(3), 34.

Rasi, Humberto M. (1997). Onde na Terra está o Terceiro MundoDiálogo, 9(1), 17.

Reid, George W. (1996). Pena de morteDiálogo, 8(1), 35.

Reid, George W. (2005). Sepultamento ou cremação? Dialogue, 17(3), 29.

Rodríguez, Angel. (2004). Deve a mulher ficar calada na igreja? Dialogue, 16(1), 29.


http://dialogue.adventist.org/index_p.htm

 

B) Na TV NOVO TEMPO = no site
Na Mira da Verdade
Bíblia Fácil
Além dos Fatos/
e Outros programas

Na TV NOVO TEMPO = 
SKY LIVRE = canal 14
NET = canal 184
Oi = canal 214

 

2) Agenda CULTURAL em Presidente Prudente =